sábado, 8 de dezembro de 2007

Filmes em DVD - Novembro

Abaixo os comentários de alguns filmes que assisti em DVD no mês de novembro.
Letra e Música

Essa é realmente uma das piores comédias românticas a que eu assisti nos últimos anos. Filme fraquíssimo, repleto de clichês e com raríssimas cenas em que é possível esboçar um sorriso. O clip dos anos 80 com Hugh Grant rebolando (coisa que eu nunca havia conseguido imaginar) é o que há de melhorzinho. E será que não tinha uma atriz melhor que Drew Barrymore para contracenar com ele? Aposto que sim, aliás acho difícil terem feito uma escolha pior. Mesmo Hugh Grant dessa vez me decepcionou, e mesmo assim, somente em homenagem a ele, eu consegui chegar até o péssimo final da história.

Nota 3

Possuídos

Este filme me surpeendeu. Pelo título e pela sinopse, eu esperava um filme de terror cheio de insetos carnívoros e nojentos. Nada disso. Trata-se de um suspense inteligente e muito interessante. Um homem misterioso se hospeda na casa de uma jovem (muito bem interpretada por Ashley Judd) que vive em uma pequena cidade americana, ambiente ideal para suas ambições.
Ele, paranóico, ela, emocionalmente fragilizada. Potencializados pelo uso de drogas, os dois vão longe em suas fantasias paranóicas. Em momento algum o filme é previsível (até metade do filme eu ainda estava esperando os insetos aparecerem), criando uma tensão constante (assim como a dos personagens) e nos prendendo à história.

Nota 8

Invasão de Domicílio

Filme bem morninho que dicute as relações de um casamento desgastado pela rotina. O distanciamento do casal favorece o envolvimento do marido com outra mulher. A melhor atuação é da atriz Julliet Binoche, que consegue em determinada cena representar muito bem sentimentos de vergonha, pudor e constrangimento. Fora isso, nada demais.

Nota 6


Amantes Constantes

São quase 3 horas de pura chatice. Típico filme de diretor repleto de cenas artísticas (belíssimas, por sinal), mas que só é interessante para ele e seus amigos. Tem que ser muito mestre pra conseguir um filme bom baseado nesses moldes, o que o diretor Philippe Garrel não alcançou nesta obra. Trata-se do cotidiano de alguns jovens franceses no ano de 1968, época de grandes manifestações sociais e políticas na França. Os personagens são entediantes e as cenas são longas e repetitivas.
Ok, a fotografia é muito boa, mas isso não faz um filme.

Nota 3

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